Não é de hoje que os títulos públicos são sempre bons investimentos, principalmente para os mais conservadores. No ultimo ano foram eles que ganharam a atenção de muitos investidores, tivemos títulos que no ultimo ano rendeu mais de 50% (no seu valor no mercado), para comprou no iniciou do ano de 2012 e vendeu agora viu seu capital aumentar em percentuais que muitas ações (na maior parte) não conseguiu atingir.
Veja abaixo a rentabilidade dos títulos públicos:
Clique na imagem para ampliar.
"Investir em conhecimento rende sempre melhores juros." (Benjamin Franklin)
quinta-feira, 24 de janeiro de 2013
terça-feira, 22 de janeiro de 2013
Quem sou eu?
Muitas vezes nos deparamos com nos mesmo e olhamos para trás e para o presente. E logo pesamos “Quem sou eu?“. Mesmo sabendo que existe muito tempo para pensar e para tomar decisões, mas O futuro pode incerto e assustador. Neste exato momento é hora de parar e fazer seu Brainstorming Pessoal.
É neste espírito que me encontro.
terça-feira, 15 de janeiro de 2013
Micro Empreendedor Individual tem que pagar Contribuição Sindical Urbana?
É comum que empresário
recebam, até diariamente em alguns casos, boletos de cobranças via correios.
Neste são utilizado de forma explicita linguagem vinculando a obrigatoriedade
do pagamento a algum serviço, contribuição e até impostos. Porém nem tudo é
verdade, existem aqueles que utilizam destes meios para ludibriar ou alavancar
receitas, quando se trata daqueles ou aquelas contribuições que nem sempre são obrigatórias
em certos casos, ou seja, em situações que existe a faculdade de pagar ou não
pagar.
Recentemente questionaram-me
a respeito da obrigatoriedade do MEI para com a contribuição Sindical Urbana –
GRCSU. De imediato vou logo dizendo que
no meio entendimento a luz da legislação vigente, as empresas optantes pelo
Simples Nacional não são obrigadas a recolher Contribuição Sindical Urbana
Patronal. O que ocorre no cenário atual é versão de interpretação contraria da
legislação por parte de muitos Sindicatos que insistem na cobrança da contribuição
de seus associados. Segue dispositivo
abaixo:
A "Nota B.8.1", alínea
"b" do Anexo da Portaria
MTE 10/2011 estabelece que, embora a contribuição sindical seja de
recolhimento obrigatório, em alguns casos, como entidades sem fins lucrativos,
micros e pequenas empresas optantes pelo SIMPLES, empresas que não possuem
empregados e órgãos públicos, a contribuição sindical não é devida.
sábado, 29 de dezembro de 2012
sexta-feira, 2 de novembro de 2012
Micro e pequenas empresas terão um ministério
Pedro Venceslau e Cristina Ribeiro de Carvalho (redacao@brasileconomico.com.br)
01/11/12 13:23
01/11/12 13:23
Com atraso de um ano, pasta pode ajudar Dilma a acomodar aliados. Kassab e Luiza Trajano estão cotados.
Mais de um ano depois de ter sido anunciado pela presidente Dilma Rousseff como um projeto prioritário do governo, o Ministério da Micro e Pequena Empresa finalmente começará a sair do papel na semana que vem.
Segundo líderes partidários do Congresso, ouvidos pelo Brasil Econômico, o projeto de lei 865/2011 do Executivo entrou no calendário do presidente da Câmara, Marco Maia, para ser apresentado ao colégio de líderes na próxima semana. A expectativa dos governistas é que a pasta seja criada até dezembro.
"O projeto estava em regime de urgência, mas o governo perdeu um pouco a pressa porque ele estava trancando a pauta", explica um assessor da Câmara.
A nova investida não acontece nesse momento por acaso. A presidente pretende fazer uma reforma ministerial para acomodar aliados que ajudaram o PT nas eleições. Um deles é o prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab.
"O nome mais cotado para assumir o novo ministério é o Kassab ou alguém do PSD, indicado por ele", afirma um deputado do primeiro escalão petista no Congresso.
No PSD, entretanto, esse movimento é visto com desconfiança. A sigla, que saiu fortalecida das eleições e tem a quarta maior bancada da Câmara, espera um espaço maior na Esplanada dos Ministérios. O plano B do Palácio do Planalto é reconvidar a empresária Luiza Trajano, do Magazine Luiza.
Em agosto do ano passado, ela chegou a ser anunciada pela imprensa como a nova ministra de Dilma. Depois disso, porém, o projeto da nova pasta esbarrou nas sucessivas crises ministeriais e acabou congelado de vez devido às eleições municipais.
A reportagem apurou que Luiza Trajano não conta mais com esse cenário e disse a interlocutores que nunca chegou a ser formalmente convidada. A assessoria informou que Luiza não falará sobre o tema, já que está no exterior.
O assunto estará em no cardápio de um jantar na próxima terça-feira (6/11) no Palácio Alvorada entre as cúpulas do PMDB e do PT.
O presidente da Frente Parlamentar da Pequena e Média Empresa, Pedro Eugênio (PT-PE), afirmou que há um entendimento da bancada do PT de que é importante a criação desse ministério. Os demais líderes da base aliada prometem não criar obstáculos para o projeto.
Eugênio lembra que, em 2011, a troca de ministros e a reforma do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) acabaram tirando a urgência do projeto.
"Já neste ano tivemos o período eleitoral, que também retardou o processo. Isso não significa que o governo não tem interesse em revogar o projeto, ele só demorou a andar por esses motivos. Temos entendimento de que esse objetivo está de pé", afirma o deputado.
Ele acredita que a criação da pasta será importante para a economia, já que representam mais da metade de emprego gerado no país. Uma das funções da nova pasta, de acordo com Eugênio, seria ajudar o setor a participar da pauta de exportação brasileira, contribuindo com a balança comercial.
"Elas exportam muito pouco, mas com um foco mais forte na capacitação delas esse cenário tende a se reverter", acredita.
"O novo ministério pode colaborar também na coordenação com outros ministérios para financiamento, capacitação tecnologia e gerencial", completa.
O especialista em finanças públicas do Instituto de Pesquisas Aplicadas (Ipea), Mansueto Almeida, tem um olhar mais pessimista sobre a criação de mais um ministério.
"O Ministério do Desenvolvimento Indústria e Comércio Exterior o do Turismo são alguns dos exemplos que têm em suas gerencias secretarias voltadas a promover e ajudar as PMEs".
Acessado em 02/11/2012
domingo, 28 de outubro de 2012
Regime de Caixa e Regime de Competência
São duas modalidades para efeitos contábeis de uma organização, sua escolha deve ser feita logo no inicio do exercício e não pode ser alterada até o seu fim, a escolha adequada é essencial para o bom funcionamento do negócio, visto que para as apurações de tributos, declarações e demonstrações contábeis se faz necessário. Então qual a melhor escolha? Primeiramente deve-se saber a definição de cada um dos Regimes, o regime de caixa considera-se os valores recebidos efetivamente, ou seja, o valor financeiro e/ou contábil que entrou no caixa da empresa, este valor por exemplo é usado para o calculo dos tributados, conforme legislação vigente. Já o regime de competência considera para efeito de calculo tributário o valor expresso em nota fiscal, sempre observando a legislação.
Bom, para saber qual a melhor opção é preciso identificar o perfil da empresa. O regime de competência é mais simples e prático, mas é indicado para as empresas onde o grau de inadimplência é muito baixo ou nulo, uma vez que será recolhido os tributos sobre os valores da nota fiscal emitida pelo contribuinte. O regime de caixa, é mais utilizados pelas empresas, é indicado nos casos em que existe um grau de inadimplência considerável o que geralmente ocorre em quase todas as empresas, porém nas declarações é comum pedir o valor de competência, esta é uma forma dos órgãos fazendários acompanhar os contribuintes.
sábado, 27 de outubro de 2012
Home Office
Home Office, como próprio nome já diz, é escritório dentro de casa. Uma prática bastante comum dos Estados Unidos e Europa, mas vem se tornando um assunto bastante comentado nos últimos anos aqui no Brasil, consequentemente ganhando cada vez mais adeptos a esta modalidade de trabalho, onde o individuo busca qualidade de vida, um dos motivos pelo qual as pessoas procuram este tipo de trabalho é o trânsito cada vez mais caótico nas grandes metrópoles.
Esta imagem foi retirada do blog do Design João Lima Jr.
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