1. TENHA CAPITAL PARA OS DOIS PRIMEIROS ANOS > É uma estimativa conservadora, mas fundamental para a perenidade de um novo negócio. Caso contrário, existe o risco de você ter de abandonar um empreendimento promissor no meio do caminho.
2. SEPARE O DINHEIRO DA EMPRESA DO SEU > Estabeleça um pró-labore mensal mínimo para sua sobrevivência logo no começo da empresa e trate a si mesmo como um funcionário (com plano de saúde e previdência).
3. ANALISE CADA DETALHE DO CONTRATO SOCIAL > Isso protege seu negócio e evita desentendimentos com os sócios. Estabeleça a distribuição de lucros, as condições para contrair empréstimo e até quem serão os herdeiros.
4. TENHA MAIS DE UM FORNECEDOR > Empresas que importam ou que dependem de determinada matéria-prima devem ter mais de um fornecedor para o caso de o atual aumentar o preço ou o prazo de entrega na renovação do contrato.
5. INCLUA MULTA NO CONTRATO DE LOCAÇÃO > “Já vi muito empreendedor quebrar por ter de devolver o ponto onde tinha estruturado seu negócio”, avisa Domingos. A dica é estabelecer uma multa em caso de devolução antecipada do imóvel.
6. NÃO DESCONTE NOTAS COM ANTECEDÊNCIA > Não caia na tentação de começar a descontar notas a receber. “Você entra em um círculo vicioso e seu lucro vai para os juros bancários”, diz Domingos.
7. MANTENHA O CAPITAL DE GIRO COM O VALOR DE DEZ FATURAMENTOS > Mesmo que o empreendimento não seja tão novo, mantenha capital de giro equivalente a dez vezes o valor do faturamento. “Não se pode demitir funcionários treinados ou deixar de atender a um cliente por falta de capital.”
8. VINCULE EMPRÉSTIMO À PRODUTIVIDADE > Especialmente nos primeiros meses, em que o empreendimento é mais frágil economicamente, baseie-se em detalhadas análises de mercado antes de decidir se deve ou não procurar recursos externos.
9. REVEJA AS DESPESAS E CORTE SUPÉRFLUOS > Corte despesas desnecessárias. Mantenha sua planilha atualizada e analise quanto gastou com cada item nos últimos três meses. Tenha um propósito definido para cada gasto.
10. CONTRATE UMA BOA EMPRESA CONTÁBIL > Os contadores vão analisar em que regime sua empresa se encaixa e quando deverá mudar a forma de tributação. “Você pode até pagar um pouco mais caro, mas o dinheiro investido volta em forma de resultado.”
Fonte: http://revistapegn.globo.com/Revista/Common/0,,EMI272003-17198,00-MANDAMENTOS+PARA+LIVRAR+O+DINHEIRO+DO+MAL.html
"Investir em conhecimento rende sempre melhores juros." (Benjamin Franklin)
sábado, 5 de novembro de 2011
domingo, 26 de junho de 2011
quinta-feira, 14 de abril de 2011
Petrobras tem o 2º maior lucro entre empresas de EUA e AL; Vale é 6ª
O lucro de US$ 21,1 bilhões obtido pela Petrobras (PETR3 e PETR4) em 2010 foi o segundo maior entre as empresas dos Estados Unidos e da América Latina. No ano anterior, a estatal brasileira ficou em terceiro lugar.
AS EMPRESAS MAIS LUCRATIVAS
Posição Empresa País Lucro em
US$ bi
1º Exxon Mobil EUA 30,4
2º Petrobras Brasil 21,1
3º Microsoft EUA 20,5
4º AT&T EUA 19,8
5º Texaco EUA 19,0
6º Vale Brasil 18,0
Fonte: Economatica
A companhia mais lucrativa no ano passado foi a norte-americana Exxon Móbil, com US$ 30,4 bilhões.
A Vale (VALE3 e VALE5) pulou da 27ª posição em 2009 para a 6ª no ano passado (US$ 18 bilhões).
O levantamento foi feito pela consultoria Economatica e considera somente as empresas de capital aberto (que têm ações em Bolsa). Ao todo, foram analisados os balanços de 2.107 companhias.
Entre as vinte empresas mais lucrativas, há somente duas empresas latinas (Petrobras e Vale). As 18 restantes são companhias norte-americanas.
Para o cálculo, foi utilizou os números apresentados à CVM (Comissão de Valores Mobiliários, que fiscaliza a Bolsa) ou equivalente em cada pais.
Para a conversão de moedas, foi utilizado o dólar do dia 31 de dezembro de 2010.
FONTE: http://economia.uol.com.br/ultimas-noticias/redacao/2011/04/14/petrobras-tem-o-2-maior-lucro-entre-empresas-de-eua-e-al-vale-e-6.jhtm
AS EMPRESAS MAIS LUCRATIVAS
Posição Empresa País Lucro em
US$ bi
1º Exxon Mobil EUA 30,4
2º Petrobras Brasil 21,1
3º Microsoft EUA 20,5
4º AT&T EUA 19,8
5º Texaco EUA 19,0
6º Vale Brasil 18,0
Fonte: Economatica
A companhia mais lucrativa no ano passado foi a norte-americana Exxon Móbil, com US$ 30,4 bilhões.
A Vale (VALE3 e VALE5) pulou da 27ª posição em 2009 para a 6ª no ano passado (US$ 18 bilhões).
O levantamento foi feito pela consultoria Economatica e considera somente as empresas de capital aberto (que têm ações em Bolsa). Ao todo, foram analisados os balanços de 2.107 companhias.
Entre as vinte empresas mais lucrativas, há somente duas empresas latinas (Petrobras e Vale). As 18 restantes são companhias norte-americanas.
Para o cálculo, foi utilizou os números apresentados à CVM (Comissão de Valores Mobiliários, que fiscaliza a Bolsa) ou equivalente em cada pais.
Para a conversão de moedas, foi utilizado o dólar do dia 31 de dezembro de 2010.
FONTE: http://economia.uol.com.br/ultimas-noticias/redacao/2011/04/14/petrobras-tem-o-2-maior-lucro-entre-empresas-de-eua-e-al-vale-e-6.jhtm
Itaú Unibanco compra 49% do banco do Carrefour por R$ 725 milhões
SÃO PAULO - O Itaú Unibanco fechou a compra da participação de 49% da financeira do Carrefour, que estava sendo disputada pelos maiores bancos do país. O negócio foi celebrado por R$ 725 milhões, conforme informou a instituição financeira nesta quinta-feira.
A conclusão da operação, no entanto, ainda depende do aval do Banco Central (BC). O banco do Carrefour é responsável pela oferta e distribuição, com exclusividade, de produtos e serviços financeiros na rede de lojas da bandeira francesa.
Segundo comunicado do Itaú Unibanco, o banco da varejista tem uma base de 7,7 milhões de contas e uma carteira de crédito no montante de R$ 2,254 bilhões.
Maior banco privado do país, o Itaú Unibanco diz que espera fortalecer sua atuação no crédito ao consumo a partir desse negócio.
(Eduardo Laguna
Valor)
FONTE: http://economia.uol.com.br/ultimas-noticias/valor/2011/04/14/itau-unibanco-compra-49-do-banco-do-carrefour-por-r-725-milhoes.jhtm
A conclusão da operação, no entanto, ainda depende do aval do Banco Central (BC). O banco do Carrefour é responsável pela oferta e distribuição, com exclusividade, de produtos e serviços financeiros na rede de lojas da bandeira francesa.
Segundo comunicado do Itaú Unibanco, o banco da varejista tem uma base de 7,7 milhões de contas e uma carteira de crédito no montante de R$ 2,254 bilhões.
Maior banco privado do país, o Itaú Unibanco diz que espera fortalecer sua atuação no crédito ao consumo a partir desse negócio.
(Eduardo Laguna
Valor)
FONTE: http://economia.uol.com.br/ultimas-noticias/valor/2011/04/14/itau-unibanco-compra-49-do-banco-do-carrefour-por-r-725-milhoes.jhtm
domingo, 10 de abril de 2011
Itaú lança ETF que segue o Índice Financeiro
Por Roelmilton Tobias, em Novidades
Itaú lança ETF que segue o Índice Financeiro
O Itaú aposta no setor de fundos com cotas negociadas em Bolsa – os chamados ETFs (Exchange Traded Funds) – e lança um novo produto. Sob a marca It Now, o banco disponibiliza, a partir de hoje, o IFNC Fundo de Índice. A novidade segue o Índice Financeiro da BM&FBovespa, que mede o comportamento das ações de bancos e de empresas de serviços financeiros diversos, previdência e seguros. A instituição foi selecionada para gerir o fundo por concorrência realizada pela Bolsa e, com isso, terá direito de explorá-lo, de forma exclusiva, por três anos.
Segundo Paulo Corchaki, Diretor de Gestão de Recursos do Itaú Unibanco, o ETF apresenta a flexibilidade de negociação das ações e o benefício de diversificação de risco de mercado dos fundos de investimento. Outro diferencial do produto é a sua transparência, já que o fundo conta com site dedicado onde os investidores podem acompanhar a gestão do fundo diariamente.
Corchaki explica que o It Now IFNC Fundo de Índice, assim como os fundos passivos, demanda processos de gestão e controles bem afinados e o Itaú é muito reconhecido por essas competências. “Temos histórico de gestão consistente em produtos passivos, ou seja, temos bastante experiência nesse segmento e contamos com gestores 100% dedicados a esses mandatos. Oferecemos a estrutura de uma grande asset, mas mantendo o foco no produto”, afirma.
Um dos benefícios desse fundo é o acesso imediato ao setor que ele representa a um custo de negociação menor, comparativamente à compra de todas as ações do índice que ele acompanha. “Nossa expectativa é que esse tipo de investimento cresça aqui nos próximos anos e queremos fazer parte desse movimento, oferecendo mais essa solução e conveniência para os investidores”, completa Corchaki.
O It Now IFNC pode ser adquirido por grandes investidores como os fundos de investimento, fundos de pensão, tesourarias e também pelas pessoas físicas, já que no mercado secundário o lote padrão de negociação de 10 cotas equivale hoje a um investimento inferior a R$ 400,00. Para comprar ou vender o It Now IFNC Fundo de Índice, deve-se seguir o mesmo procedimento de compra e venda de ações, basta dar a ordem a uma corretora em que tenha cadastro.
Fonte: http://www.inovacaoaerea.com.br/noticias/novidades/2011/04/08/itau-lanca-etf-que-segue-o-indice-financeiro
Itaú lança ETF que segue o Índice Financeiro
O Itaú aposta no setor de fundos com cotas negociadas em Bolsa – os chamados ETFs (Exchange Traded Funds) – e lança um novo produto. Sob a marca It Now, o banco disponibiliza, a partir de hoje, o IFNC Fundo de Índice. A novidade segue o Índice Financeiro da BM&FBovespa, que mede o comportamento das ações de bancos e de empresas de serviços financeiros diversos, previdência e seguros. A instituição foi selecionada para gerir o fundo por concorrência realizada pela Bolsa e, com isso, terá direito de explorá-lo, de forma exclusiva, por três anos.
Segundo Paulo Corchaki, Diretor de Gestão de Recursos do Itaú Unibanco, o ETF apresenta a flexibilidade de negociação das ações e o benefício de diversificação de risco de mercado dos fundos de investimento. Outro diferencial do produto é a sua transparência, já que o fundo conta com site dedicado onde os investidores podem acompanhar a gestão do fundo diariamente.
Corchaki explica que o It Now IFNC Fundo de Índice, assim como os fundos passivos, demanda processos de gestão e controles bem afinados e o Itaú é muito reconhecido por essas competências. “Temos histórico de gestão consistente em produtos passivos, ou seja, temos bastante experiência nesse segmento e contamos com gestores 100% dedicados a esses mandatos. Oferecemos a estrutura de uma grande asset, mas mantendo o foco no produto”, afirma.
Um dos benefícios desse fundo é o acesso imediato ao setor que ele representa a um custo de negociação menor, comparativamente à compra de todas as ações do índice que ele acompanha. “Nossa expectativa é que esse tipo de investimento cresça aqui nos próximos anos e queremos fazer parte desse movimento, oferecendo mais essa solução e conveniência para os investidores”, completa Corchaki.
O It Now IFNC pode ser adquirido por grandes investidores como os fundos de investimento, fundos de pensão, tesourarias e também pelas pessoas físicas, já que no mercado secundário o lote padrão de negociação de 10 cotas equivale hoje a um investimento inferior a R$ 400,00. Para comprar ou vender o It Now IFNC Fundo de Índice, deve-se seguir o mesmo procedimento de compra e venda de ações, basta dar a ordem a uma corretora em que tenha cadastro.
Fonte: http://www.inovacaoaerea.com.br/noticias/novidades/2011/04/08/itau-lanca-etf-que-segue-o-indice-financeiro
sábado, 9 de abril de 2011
Aumento do IOF
Mais uma tentativa de frear o consumo das famílias brasileiras, o governo nesta semana aumentou o IOF de 1,5% para 3% ao ano. O intuito é de inibir o financiamento tornando-o mais caro. É uma tentativa boa, já que a inflação anda meio alta e o aumento da taxa selic por enquanto não deu resultados relevantes.
Vale apena resaltar que estamos próximos de grandes eventos, uma hora o governo vai ter que soltar e deixar o consumo seguir seu fluxo. As obras estão atrasadas, não temos estruturas para receber os turistas estrangeiros e a sociedade pede providências... só nos resta acompanhar e ver qual vai ser o final da novela.
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Vale apena resaltar que estamos próximos de grandes eventos, uma hora o governo vai ter que soltar e deixar o consumo seguir seu fluxo. As obras estão atrasadas, não temos estruturas para receber os turistas estrangeiros e a sociedade pede providências... só nos resta acompanhar e ver qual vai ser o final da novela.
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Wall Street, O dinheiro nunca dorme
Boa Noite,
Hoje na faculdade assistir este fantástico filme, a dias estava querendo ver ou melhor a meses, é muito legal. Aborda o paronâma financeiro em 2008, o inicio do subprime, a ética no mercado de capitais e suas pespectivas, além de mostra como o mercado de capitais é tão sencível e agíl. Sou suspeito, mas aprovo e recomento.
Hoje na faculdade assistir este fantástico filme, a dias estava querendo ver ou melhor a meses, é muito legal. Aborda o paronâma financeiro em 2008, o inicio do subprime, a ética no mercado de capitais e suas pespectivas, além de mostra como o mercado de capitais é tão sencível e agíl. Sou suspeito, mas aprovo e recomento.
domingo, 6 de março de 2011
Contra inflação, cliente troca de marca
Para driblar o aumento de preços, famílias migram para ítens mais baratos
nflação acumula alta de 1,64%, segundo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), só nos primeiros dois meses deste ano
São Paulo - A disparada recente da inflação mudou o hábito de compras do consumidor nos supermercados. Para driblar os aumentos de preços as famílias de menor renda trocaram as marcas caras pelas mais em conta em itens tidos como supérfluos, isto é, o iogurte e o refrigerante. Já o consumidor mais abastado também migrou para os itens mais baratos, mas em produtos de limpeza e artigos da cesta básica, que estão fora do uso habitual.
“Essa é uma tendência super recente”, diz o sócio diretor do Data Popular, Renato Meirelles. Pesquisa qualitativa feita pela consultoria no mês passado, com 20 grupos de consumidores de quatro regiões metropolitanas (São Paulo, Rio de Janeiro, Salvador e Porto Alegre), revela que as famílias da classe C, com renda entre três e dez salários mínimos (R$ 1.635 e R$ 5.450) não abandonam o consumo de itens incorporados nos últimos tempos à lista de compras, tais como sorvetes, congelados, biscoitos, iogurte e requeijão, entre outros. Porém, a compra migrou de marcas mais caras para as de preço médio.
“A classe C troca o que não é prioritário”, diz Meirelles. Em contrapartida, as compras de marcas de primeira de produtos básicos, como arroz, feijão óleo e sabão, por exemplo, foram preservadas, mostra a pesquisa. “O consumidor emergente manteve o padrão de compra dos itens nos quais ele não pode errar.”
No extremo oposto, a pesquisa revela que as famílias da classe A com renda mensal acima de 20 salários mínimos (R$ 10.900), não se importam em migrar de marcas caras para as mais baratas no caso de produtos básicos. No entanto, mantêm as compras de marcas premium nas categorias que lhe dão status social, como requeijão, iogurte, sobremesas, bebidas lácteas e geleias, por exemplo.
A reação ao aumento da inflação, que só nos primeiros dois meses deste ano acumula alta de 1,64% segundo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), é nítida nas vendas de alguns itens. Gabriel Habka, supervisor comercial da rede Futurama, exibe os números dessa mudança de comportamento de consumo. As quantidades vendidas de refrigerante da líder Coca-Cola de janeiro para fevereiro caíram 4,7%, enquanto os volumes da marca Dolly aumentaram 4,8% na loja da Lapa, que tem um público da classe C. Movimento semelhante foi registrado na mesma loja para o arroz. Os volumes vendidos da marca mais cara, Prato Fino, caíram 8% de janeiro para fevereiro, enquanto os da marca Camil cresceram 8% em igual período.
Fonte: http://exame.abril.com.br/economia/brasil/noticias/contra-inflacao-cliente-troca-de-marca-2
nflação acumula alta de 1,64%, segundo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), só nos primeiros dois meses deste ano
São Paulo - A disparada recente da inflação mudou o hábito de compras do consumidor nos supermercados. Para driblar os aumentos de preços as famílias de menor renda trocaram as marcas caras pelas mais em conta em itens tidos como supérfluos, isto é, o iogurte e o refrigerante. Já o consumidor mais abastado também migrou para os itens mais baratos, mas em produtos de limpeza e artigos da cesta básica, que estão fora do uso habitual.
“Essa é uma tendência super recente”, diz o sócio diretor do Data Popular, Renato Meirelles. Pesquisa qualitativa feita pela consultoria no mês passado, com 20 grupos de consumidores de quatro regiões metropolitanas (São Paulo, Rio de Janeiro, Salvador e Porto Alegre), revela que as famílias da classe C, com renda entre três e dez salários mínimos (R$ 1.635 e R$ 5.450) não abandonam o consumo de itens incorporados nos últimos tempos à lista de compras, tais como sorvetes, congelados, biscoitos, iogurte e requeijão, entre outros. Porém, a compra migrou de marcas mais caras para as de preço médio.
“A classe C troca o que não é prioritário”, diz Meirelles. Em contrapartida, as compras de marcas de primeira de produtos básicos, como arroz, feijão óleo e sabão, por exemplo, foram preservadas, mostra a pesquisa. “O consumidor emergente manteve o padrão de compra dos itens nos quais ele não pode errar.”
No extremo oposto, a pesquisa revela que as famílias da classe A com renda mensal acima de 20 salários mínimos (R$ 10.900), não se importam em migrar de marcas caras para as mais baratas no caso de produtos básicos. No entanto, mantêm as compras de marcas premium nas categorias que lhe dão status social, como requeijão, iogurte, sobremesas, bebidas lácteas e geleias, por exemplo.
A reação ao aumento da inflação, que só nos primeiros dois meses deste ano acumula alta de 1,64% segundo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), é nítida nas vendas de alguns itens. Gabriel Habka, supervisor comercial da rede Futurama, exibe os números dessa mudança de comportamento de consumo. As quantidades vendidas de refrigerante da líder Coca-Cola de janeiro para fevereiro caíram 4,7%, enquanto os volumes da marca Dolly aumentaram 4,8% na loja da Lapa, que tem um público da classe C. Movimento semelhante foi registrado na mesma loja para o arroz. Os volumes vendidos da marca mais cara, Prato Fino, caíram 8% de janeiro para fevereiro, enquanto os da marca Camil cresceram 8% em igual período.
Fonte: http://exame.abril.com.br/economia/brasil/noticias/contra-inflacao-cliente-troca-de-marca-2
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