Por Roelmilton Tobias, em Novidades
Itaú lança ETF que segue o Índice Financeiro
O Itaú aposta no setor de fundos com cotas negociadas em Bolsa – os chamados ETFs (Exchange Traded Funds) – e lança um novo produto. Sob a marca It Now, o banco disponibiliza, a partir de hoje, o IFNC Fundo de Índice. A novidade segue o Índice Financeiro da BM&FBovespa, que mede o comportamento das ações de bancos e de empresas de serviços financeiros diversos, previdência e seguros. A instituição foi selecionada para gerir o fundo por concorrência realizada pela Bolsa e, com isso, terá direito de explorá-lo, de forma exclusiva, por três anos.
Segundo Paulo Corchaki, Diretor de Gestão de Recursos do Itaú Unibanco, o ETF apresenta a flexibilidade de negociação das ações e o benefício de diversificação de risco de mercado dos fundos de investimento. Outro diferencial do produto é a sua transparência, já que o fundo conta com site dedicado onde os investidores podem acompanhar a gestão do fundo diariamente.
Corchaki explica que o It Now IFNC Fundo de Índice, assim como os fundos passivos, demanda processos de gestão e controles bem afinados e o Itaú é muito reconhecido por essas competências. “Temos histórico de gestão consistente em produtos passivos, ou seja, temos bastante experiência nesse segmento e contamos com gestores 100% dedicados a esses mandatos. Oferecemos a estrutura de uma grande asset, mas mantendo o foco no produto”, afirma.
Um dos benefícios desse fundo é o acesso imediato ao setor que ele representa a um custo de negociação menor, comparativamente à compra de todas as ações do índice que ele acompanha. “Nossa expectativa é que esse tipo de investimento cresça aqui nos próximos anos e queremos fazer parte desse movimento, oferecendo mais essa solução e conveniência para os investidores”, completa Corchaki.
O It Now IFNC pode ser adquirido por grandes investidores como os fundos de investimento, fundos de pensão, tesourarias e também pelas pessoas físicas, já que no mercado secundário o lote padrão de negociação de 10 cotas equivale hoje a um investimento inferior a R$ 400,00. Para comprar ou vender o It Now IFNC Fundo de Índice, deve-se seguir o mesmo procedimento de compra e venda de ações, basta dar a ordem a uma corretora em que tenha cadastro.
Fonte: http://www.inovacaoaerea.com.br/noticias/novidades/2011/04/08/itau-lanca-etf-que-segue-o-indice-financeiro
"Investir em conhecimento rende sempre melhores juros." (Benjamin Franklin)
domingo, 10 de abril de 2011
sábado, 9 de abril de 2011
Aumento do IOF
Mais uma tentativa de frear o consumo das famílias brasileiras, o governo nesta semana aumentou o IOF de 1,5% para 3% ao ano. O intuito é de inibir o financiamento tornando-o mais caro. É uma tentativa boa, já que a inflação anda meio alta e o aumento da taxa selic por enquanto não deu resultados relevantes.
Vale apena resaltar que estamos próximos de grandes eventos, uma hora o governo vai ter que soltar e deixar o consumo seguir seu fluxo. As obras estão atrasadas, não temos estruturas para receber os turistas estrangeiros e a sociedade pede providências... só nos resta acompanhar e ver qual vai ser o final da novela.
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Vale apena resaltar que estamos próximos de grandes eventos, uma hora o governo vai ter que soltar e deixar o consumo seguir seu fluxo. As obras estão atrasadas, não temos estruturas para receber os turistas estrangeiros e a sociedade pede providências... só nos resta acompanhar e ver qual vai ser o final da novela.
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Wall Street, O dinheiro nunca dorme
Boa Noite,
Hoje na faculdade assistir este fantástico filme, a dias estava querendo ver ou melhor a meses, é muito legal. Aborda o paronâma financeiro em 2008, o inicio do subprime, a ética no mercado de capitais e suas pespectivas, além de mostra como o mercado de capitais é tão sencível e agíl. Sou suspeito, mas aprovo e recomento.
Hoje na faculdade assistir este fantástico filme, a dias estava querendo ver ou melhor a meses, é muito legal. Aborda o paronâma financeiro em 2008, o inicio do subprime, a ética no mercado de capitais e suas pespectivas, além de mostra como o mercado de capitais é tão sencível e agíl. Sou suspeito, mas aprovo e recomento.
domingo, 6 de março de 2011
Contra inflação, cliente troca de marca
Para driblar o aumento de preços, famílias migram para ítens mais baratos
nflação acumula alta de 1,64%, segundo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), só nos primeiros dois meses deste ano
São Paulo - A disparada recente da inflação mudou o hábito de compras do consumidor nos supermercados. Para driblar os aumentos de preços as famílias de menor renda trocaram as marcas caras pelas mais em conta em itens tidos como supérfluos, isto é, o iogurte e o refrigerante. Já o consumidor mais abastado também migrou para os itens mais baratos, mas em produtos de limpeza e artigos da cesta básica, que estão fora do uso habitual.
“Essa é uma tendência super recente”, diz o sócio diretor do Data Popular, Renato Meirelles. Pesquisa qualitativa feita pela consultoria no mês passado, com 20 grupos de consumidores de quatro regiões metropolitanas (São Paulo, Rio de Janeiro, Salvador e Porto Alegre), revela que as famílias da classe C, com renda entre três e dez salários mínimos (R$ 1.635 e R$ 5.450) não abandonam o consumo de itens incorporados nos últimos tempos à lista de compras, tais como sorvetes, congelados, biscoitos, iogurte e requeijão, entre outros. Porém, a compra migrou de marcas mais caras para as de preço médio.
“A classe C troca o que não é prioritário”, diz Meirelles. Em contrapartida, as compras de marcas de primeira de produtos básicos, como arroz, feijão óleo e sabão, por exemplo, foram preservadas, mostra a pesquisa. “O consumidor emergente manteve o padrão de compra dos itens nos quais ele não pode errar.”
No extremo oposto, a pesquisa revela que as famílias da classe A com renda mensal acima de 20 salários mínimos (R$ 10.900), não se importam em migrar de marcas caras para as mais baratas no caso de produtos básicos. No entanto, mantêm as compras de marcas premium nas categorias que lhe dão status social, como requeijão, iogurte, sobremesas, bebidas lácteas e geleias, por exemplo.
A reação ao aumento da inflação, que só nos primeiros dois meses deste ano acumula alta de 1,64% segundo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), é nítida nas vendas de alguns itens. Gabriel Habka, supervisor comercial da rede Futurama, exibe os números dessa mudança de comportamento de consumo. As quantidades vendidas de refrigerante da líder Coca-Cola de janeiro para fevereiro caíram 4,7%, enquanto os volumes da marca Dolly aumentaram 4,8% na loja da Lapa, que tem um público da classe C. Movimento semelhante foi registrado na mesma loja para o arroz. Os volumes vendidos da marca mais cara, Prato Fino, caíram 8% de janeiro para fevereiro, enquanto os da marca Camil cresceram 8% em igual período.
Fonte: http://exame.abril.com.br/economia/brasil/noticias/contra-inflacao-cliente-troca-de-marca-2
nflação acumula alta de 1,64%, segundo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), só nos primeiros dois meses deste ano
São Paulo - A disparada recente da inflação mudou o hábito de compras do consumidor nos supermercados. Para driblar os aumentos de preços as famílias de menor renda trocaram as marcas caras pelas mais em conta em itens tidos como supérfluos, isto é, o iogurte e o refrigerante. Já o consumidor mais abastado também migrou para os itens mais baratos, mas em produtos de limpeza e artigos da cesta básica, que estão fora do uso habitual.
“Essa é uma tendência super recente”, diz o sócio diretor do Data Popular, Renato Meirelles. Pesquisa qualitativa feita pela consultoria no mês passado, com 20 grupos de consumidores de quatro regiões metropolitanas (São Paulo, Rio de Janeiro, Salvador e Porto Alegre), revela que as famílias da classe C, com renda entre três e dez salários mínimos (R$ 1.635 e R$ 5.450) não abandonam o consumo de itens incorporados nos últimos tempos à lista de compras, tais como sorvetes, congelados, biscoitos, iogurte e requeijão, entre outros. Porém, a compra migrou de marcas mais caras para as de preço médio.
“A classe C troca o que não é prioritário”, diz Meirelles. Em contrapartida, as compras de marcas de primeira de produtos básicos, como arroz, feijão óleo e sabão, por exemplo, foram preservadas, mostra a pesquisa. “O consumidor emergente manteve o padrão de compra dos itens nos quais ele não pode errar.”
No extremo oposto, a pesquisa revela que as famílias da classe A com renda mensal acima de 20 salários mínimos (R$ 10.900), não se importam em migrar de marcas caras para as mais baratas no caso de produtos básicos. No entanto, mantêm as compras de marcas premium nas categorias que lhe dão status social, como requeijão, iogurte, sobremesas, bebidas lácteas e geleias, por exemplo.
A reação ao aumento da inflação, que só nos primeiros dois meses deste ano acumula alta de 1,64% segundo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), é nítida nas vendas de alguns itens. Gabriel Habka, supervisor comercial da rede Futurama, exibe os números dessa mudança de comportamento de consumo. As quantidades vendidas de refrigerante da líder Coca-Cola de janeiro para fevereiro caíram 4,7%, enquanto os volumes da marca Dolly aumentaram 4,8% na loja da Lapa, que tem um público da classe C. Movimento semelhante foi registrado na mesma loja para o arroz. Os volumes vendidos da marca mais cara, Prato Fino, caíram 8% de janeiro para fevereiro, enquanto os da marca Camil cresceram 8% em igual período.
Fonte: http://exame.abril.com.br/economia/brasil/noticias/contra-inflacao-cliente-troca-de-marca-2
sábado, 2 de outubro de 2010
sexta-feira, 9 de julho de 2010
Ganhe Dinheiro Fácil
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quarta-feira, 2 de junho de 2010
Veja como serão os novos táxis de Nova York
Modelos de estilo futurista são bem espaçosos e com equipamentos sofisticados
Unicab, o projeto que deverá ser o escolhido para ser usado na frota de táxis de Nova York num futuro próximo
Os responsáveis pelos táxis de Nova York encontram o que estavam procurando.Depois de criar um site e convocar a designers que apresentar suas propostas para o modelo, a equipe acha que finalmente chegou ao “Táxi do Futuro”. O UniCab, como foi batizado, é simples, mas desafia todos as tradições de modelo e estilo. A cabine tem espaço para quatro passageiros e inclui um sistema de informação e entretenimento para mantê-los entretidos durante o persurso. O sistema mostrará aos passageiros o caminho a ser percorrido assim como as atrações ao longo de sua jornada.
A posição das janelas e do assento permitem uma bela vista da cidade durante o caminho. A cabine é equipada com uma rampa de acesso para pessoas com necessidades especiais. E para atender as exigências de veículos sustentáveis rodando nas grandes metrópoles, possivelmente o “Táxi do Futuro” será híbrido ou elétrico.
Esqueça a parte estética, o importante é que o carro é bastante funcional, seguro e espaçoso
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