sábado, 6 de outubro de 2012

Planilha para controlar ganhos na bolsa


Boa Noite a Todos!

Elaborei uma planilha bastante prática para controlar as movimentações no mercado acionário, calculando o custo na compra e venda de ações. Segue abaixo uma ilustração da planilha:












sábado, 29 de setembro de 2012

Governança Corporativa



Introdução
O trabalho teve como propósito identificar e analisar as boas práticas de Governança Corporativa existentes na organização estudada analisando o risco operacional levando em consideração os princípios básicos de Governança: Transparência, as informações colocadas à disposição de todos de forma transparente e simultânea; Equidade, as diferentes classes proprietárias da corporação e demais interessados (stakeholders) devem ter tratamento justo e equânime; Prestação de Contas, as companhias de capital aberto devem prestar informações econômicas e financeiras auditadas externamente garantindo a confiabilidade; Responsabilidade Corporativa, obediência e comprimento das leis do país. Foram utilizados como fontes bibliográficas trabalhos específicos de autores com influência e artigos científicos aceitos e publicados. Com o objetivo de pesquisar o nível de adesão as boas práticas de governança corporativa do Banco Bonsucesso s/a, de CNPJ 71.027.866/0001-34, foram levantadas informações através do site da instituição pelo canal do investidor.

Breve Histórico
Iniciada nos Estados Unidos nos anos 80, só passou a ser mais conhecida na década seguinte, devido aos escândalos como, por exemplo, o ocorrido com a WorldCom, uma das maiores empresas de telefonia dos EUA, divulgou lucros enormes e logo após anuncia que iria rever a quantia de US$ 3,85 bilhões em suas demonstrações contábeis, através de uma auditoria interna descobriu-se fralde e na verdade não existia lucro mas sim perdas, outros caso também foram comprovados como o da Enron e Parmalat. Neste momento a governança corporativa veio para aproximar os investidores e a administração das companhias, de forma a recuperar a confiança e segurança aos investidores.
No Brasil, o Instituto Brasileiro de Governança Corporativa (IBGC) publicou o Código das Melhores Práticas de Governança Corporativa que é referencia nacional na conduta empresarial e fonte de estudo nas escolas de negócios, tornando-se um passo importante para a divulgação do tema no país. Segundo o Código de Governança Corporativa do IBGC (1999) diz que:
“Governança Corporativa é o sistema que assegura ao sócio-proprietários o governo estratégico da empresa e a efetiva monitoração da diretoria executiva. A relação entre propriedade e gestão se dá através do conselho de administração, a auditoria independente e o conselho fiscal, instrumentos fundamentais para o exercício do controle. A boa Governança assegura aos sócios eqüidade, transparência, responsabilidade pelos resultados (accountability) e obediência às leis do país (compliance). No passado recente, nas empresas privadas e familiares, os acionistas eram gestores, confundindo em sua pessoa propriedade e gestão. Com a profissionalização, a privatização, a globalização e o afastamento das famílias, a Governança Corporativa colocou o Conselho de Administração entre a Propriedade e a Gestão”.
Instituto Brasileiro de Governança Corporativa - 1999
Em 2000 a Bovespa lança os níveis de Governança com o intuito de estimular o ambiente de negociação e os interesses dos investidores e da companhia. A adesão é voluntaria, mas ao aderir existem regras a serem seguidas que vão além da Lei das Sociedades por Ações (Lei das S.A’s). No nível 1, foco na melhoria das informações ao mercado e pulverização das ações, no nível 2, além dos requisitos do nível 1 a companhia deve adotar garantias para os sócios minoritários, já para ingressar no novo mercado a empresa deve ter somente ações ordinárias. As empresas que pertencem aos níveis de governança lançado pela Bovespa dão aos investidores mais segurança, por reduzir a assimetria de informações entre os acionistas majoritários, gestores e a todos os participantes do mercado (stakeholders).
Em 2002 a Comissão de Valores Imobiliários (CVM) lançou uma cartilha sobre o tema com recomendações relativas a boas práticas de governança corporativa.

Boas Práticas da Governança Corporativa

Quando ocorre a separação entre a propriedade e a gestão das empresas surgem problemas de governança decorrente de interesses pessoais ou de um grupo, é função das boas práticas de governança assegurar que os administradores e funcionários cumpram os objetivos determinado pelos proprietários ou responsáveis.
“A governança corporativa pode ser utilizada como alternativa para superar o chamado “conflito de agência”, presente a partir do fenômeno da separação entre a propriedade e a gestão empresarial. Ao delegar ao administrador o poder de decisão o acionista perde o controle sobre a organização. A partir daí surgem os chamados conflitos de agência, pois os interesses daquele que administra a propriedade nem sempre estão alinhados com os de seu titular.”.
Tinoco, João Eduardo Prudêncio. 2005.

O código de Melhores Práticas de Governança Corporativa do IBGC (1999) é dividido em seis capítulos: Propriedade, no caso os sócios; Conselho de Administração; Gestão; Auditoria Independente; Conselho Fiscal; Conduta e Conflito de Interesses, que descreve e faz recomendações quanto às boas práticas de governança.
Algumas das boas práticas de Governança Corporativa:
A Assembleia Geral é o órgão soberano na organização, que deve utilizar de canais que facilitem o acesso dos sócios a assembleia tais como: webcast, transmissão on-line, votação eletrônica e por procuração.
O Conselho de Administração busca o equilíbrio entre os shereholders e os stakeholders visando à proteção da organização e otimizando o retorno do investimento no longo prazo. O conselho deve presta contas aos sócios das demonstrações financeiras. O prazo de mandato não deve ultrapassar dois anos e o código de melhores práticas de governança do IBGC recomenda que o diretor-presidente não seja membro do conselho de administração, mas deve participar das reuniões como convidadas, além disso, o código dar recomendações quanto à quantidade de conselheiros que variam de 5 a 11, tendo conselheiros independentes, externos e internos. O conselho é o representante dos acionistas, com esta divisão proposta pelo IBGC faz com os interesses dos os acionistas minoritários passam a ser vistos e ouvido, desta forma aproxima-se os investidores minoritário e majoritário das decisões da corporação.
Aquisição companhia, no caso de mudança no controle da empresa à oferta do valor da ação também devem estender aos sócios minoritários (tag along).
Conduta e conflito de interesse, toda organização deve conter um Código de Conduta que é elaborado pela diretoria de acordo com os princípios e políticas, além de responsabilidade social e ambiental, definidos pelo conselho de administração que comprometa os administradores e funcionários da companhia, de acordo com o IBGC devem cobrir os seguintes assuntos:
Cumprimento das leis e pagamentos de tributos;

  • Uso de ativos da organização;
  • Informações privilegiadas;
  • Políticas de negociações da empresa;
  • Prevenção e tratamento de fraudes;
  • Nepotismo; entre outros.

As boas práticas de governança não beneficiam somente os investidores, mas também é uma medida de estratégia para captação de recursos e valorização no mercado acionário. Como os investidores cada vez mais estão exigindo garantias e direitos antes de aplicar seus recursos nas empresas à adoção de boas práticas de governança corporativa é fator de extrema importância. Silveira (2002) afirma:
“o conjunto de medidas governamentais e institucionais pode contribuir decisivamente para o fortalecimento do mercado de capitais brasileiro, criando um circulo virtuoso no qual a crescente proteção aos investidores os deixe mais seguros de que irão usufruir do retorno das companhias na mesma proporção dos controladores, aumentando sua disposição para pagar mais pelas ações e conseqüentemente diminuindo o custo de capital das empresas, permitindo então que as companhias utilizem cada vez mais o mercado de capitais como uma real alternativa de capitalização.”
Devido a grandes escândalos que cercam as empresas de capital aberto, como o caso da Enrom uma grande companhia do setor de energia que teve suas demonstrações contábeis e fiscais fraudadas para esconder débitos impagáveis. A Governança Corporativa surge como um meio de inibir e dar segurança as empresas que buscam credibilidade no mercado, além de assegurar aos investidores que seu capital seja aplicado a fim de proporcionar retorno e aos demais interessados (fornecedores, governos, comunidades, etc.) o comprometimento e segurança nos negócios realizados. As boas práticas de governança são processos contínuos e a corporação deve sempre estar antenada e buscando desenvolver seus métodos para não perder as oportunidades que surgem no caminho.

Autor: Leonardo de Freitas

sábado, 5 de novembro de 2011

10 mandamentos para livrar o dinheiro do mal

1. TENHA CAPITAL PARA OS DOIS PRIMEIROS ANOS > É uma estimativa conservadora, mas fundamental para a perenidade de um novo negócio. Caso contrário, existe o risco de você ter de abandonar um empreendimento promissor no meio do caminho. 

2. SEPARE O DINHEIRO DA EMPRESA DO SEU > Estabeleça um pró-labore mensal mínimo para sua sobrevivência logo no começo da empresa e trate a si mesmo como um funcionário (com plano de saúde e previdência). 

3. ANALISE CADA DETALHE DO CONTRATO SOCIAL > Isso protege seu negócio e evita desentendimentos com os sócios. Estabeleça a distribuição de lucros, as condições para contrair empréstimo e até quem serão os herdeiros. 

4. TENHA MAIS DE UM FORNECEDOR > Empresas que importam ou que dependem de determinada matéria-prima devem ter mais de um fornecedor para o caso de o atual aumentar o preço ou o prazo de entrega na renovação do contrato. 

5. INCLUA MULTA NO CONTRATO DE LOCAÇÃO > “Já vi muito empreendedor quebrar por ter de devolver o ponto onde tinha estruturado seu negócio”, avisa Domingos. A dica é estabelecer uma multa em caso de devolução antecipada do imóvel. 

6. NÃO DESCONTE NOTAS COM ANTECEDÊNCIA > Não caia na tentação de começar a descontar notas a receber. “Você entra em um círculo vicioso e seu lucro vai para os juros bancários”, diz Domingos. 

7. MANTENHA O CAPITAL DE GIRO COM O VALOR DE DEZ FATURAMENTOS > Mesmo que o empreendimento não seja tão novo, mantenha capital de giro equivalente a dez vezes o valor do faturamento. “Não se pode demitir funcionários treinados ou deixar de atender a um cliente por falta de capital.” 

8. VINCULE EMPRÉSTIMO À PRODUTIVIDADE > Especialmente nos primeiros meses, em que o empreendimento é mais frágil economicamente, baseie-se em detalhadas análises de mercado antes de decidir se deve ou não procurar recursos externos. 

9. REVEJA AS DESPESAS E CORTE SUPÉRFLUOS > Corte despesas desnecessárias. Mantenha sua planilha atualizada e analise quanto gastou com cada item nos últimos três meses. Tenha um propósito definido para cada gasto. 

10. CONTRATE UMA BOA EMPRESA CONTÁBIL > Os contadores vão analisar em que regime sua empresa se encaixa e quando deverá mudar a forma de tributação. “Você pode até pagar um pouco mais caro, mas o dinheiro investido volta em forma de resultado.” 


Fonte: http://revistapegn.globo.com/Revista/Common/0,,EMI272003-17198,00-MANDAMENTOS+PARA+LIVRAR+O+DINHEIRO+DO+MAL.html

quinta-feira, 14 de abril de 2011

Petrobras tem o 2º maior lucro entre empresas de EUA e AL; Vale é 6ª

O lucro de US$ 21,1 bilhões obtido pela Petrobras (PETR3 e PETR4) em 2010 foi o segundo maior entre as empresas dos Estados Unidos e da América Latina. No ano anterior, a estatal brasileira ficou em terceiro lugar.




AS EMPRESAS MAIS LUCRATIVAS

Posição Empresa País Lucro em

US$ bi

1º Exxon Mobil EUA 30,4

2º Petrobras Brasil 21,1

3º Microsoft EUA 20,5

4º AT&T EUA 19,8

5º Texaco EUA 19,0

6º Vale Brasil 18,0



Fonte: Economatica

A companhia mais lucrativa no ano passado foi a norte-americana Exxon Móbil, com US$ 30,4 bilhões.



A Vale (VALE3 e VALE5) pulou da 27ª posição em 2009 para a 6ª no ano passado (US$ 18 bilhões).



O levantamento foi feito pela consultoria Economatica e considera somente as empresas de capital aberto (que têm ações em Bolsa). Ao todo, foram analisados os balanços de 2.107 companhias.



Entre as vinte empresas mais lucrativas, há somente duas empresas latinas (Petrobras e Vale). As 18 restantes são companhias norte-americanas.



Para o cálculo, foi utilizou os números apresentados à CVM (Comissão de Valores Mobiliários, que fiscaliza a Bolsa) ou equivalente em cada pais.



Para a conversão de moedas, foi utilizado o dólar do dia 31 de dezembro de 2010.



FONTE: http://economia.uol.com.br/ultimas-noticias/redacao/2011/04/14/petrobras-tem-o-2-maior-lucro-entre-empresas-de-eua-e-al-vale-e-6.jhtm

Itaú Unibanco compra 49% do banco do Carrefour por R$ 725 milhões

SÃO PAULO - O Itaú Unibanco fechou a compra da participação de 49% da financeira do Carrefour, que estava sendo disputada pelos maiores bancos do país. O negócio foi celebrado por R$ 725 milhões, conforme informou a instituição financeira nesta quinta-feira.




A conclusão da operação, no entanto, ainda depende do aval do Banco Central (BC). O banco do Carrefour é responsável pela oferta e distribuição, com exclusividade, de produtos e serviços financeiros na rede de lojas da bandeira francesa.



Segundo comunicado do Itaú Unibanco, o banco da varejista tem uma base de 7,7 milhões de contas e uma carteira de crédito no montante de R$ 2,254 bilhões.



Maior banco privado do país, o Itaú Unibanco diz que espera fortalecer sua atuação no crédito ao consumo a partir desse negócio.



(Eduardo Laguna
Valor)

FONTE: http://economia.uol.com.br/ultimas-noticias/valor/2011/04/14/itau-unibanco-compra-49-do-banco-do-carrefour-por-r-725-milhoes.jhtm

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